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Avaliação de Maturidade Gerencial para o Terceiro Setor – Fundação Dom Cabral

A Avaliação de Maturidade Gerencial para o Terceiro Setor é uma ferramenta prática e gratuita desenvolvida pela Fundação Dom Cabral para ajudar organizações sociais a entenderem seu nível de desenvolvimento em áreas-chave da gestão. Construída de forma colaborativa com especialistas e representantes de iniciativas de diferentes perfis e missões, ela permite um diagnóstico claro sobre os pontos fortes e os aspectos que ainda podem ser aprimorados. Mais do que um retrato da sua organização hoje, esse instrumento é um convite à reflexão e ao crescimento contínuo rumo a uma atuação mais estratégica, eficiente e transformadora. Saiba mais: Fundação Dom Cabral

 

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Ferramenta de Autodiagnóstico para o Desenvolvimento Institucional

Esta publicação gratuita, desenvolvida pelo Instituto ACPMove Social e Plataforma Conjunta, apresenta uma ferramenta prática de autodiagnóstico voltada para Organizações da Sociedade Civil (OSCs). O objetivo é apoiar as organizações na avaliação de suas práticas e processos, promovendo melhorias nas áreas de governança, gestão financeira, comunicação e captação de recursos. A metodologia propõe um passo a passo claro para identificar fragilidades, fortalecer capacidades internas e elaborar um plano de desenvolvimento institucional sólido e direcionado.
 
Criada pela Move Social com base em projetos aplicados em mais de 200 organizações, a ferramenta foi personalizada a pedido do Instituto ACP como parte da avaliação de sua estratégia de apoio institucional a OSCs. Com base em um arcabouço conceitual e metodológico robusto, testado e aprimorado ao longo do tempo, o material oferece insumos valiosos para organizações que desejam crescer de forma planejada, estruturada e com mais impacto. Acesse: Ferramenta de Autodiagnóstico para o Desenvolvimento Institucional

 

 

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Guia dos Guias para Captar Recursos – Plataforma Conjunta

Guia dos Guias para Captar Recursos é uma iniciativa da Plataforma Conjunta pensada para apoiar quem está na linha de frente da captação de recursos para causas sociais, ambientais e culturais. Sabemos que essa jornada pode ser desafiadora, solitária e pouco valorizada — por isso, a Conjunta reuniu os melhores conteúdos já existentes sobre o tema e organizou tudo de forma prática, acessível e útil. A ideia é  ajudar em cada passo da jornada, seja você iniciante ou já experiente no assunto. Acesse e aproveite: Guia dos Guias para Captar Recursos.

 

 

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A trajetória de Igor e o poder da oportunidade

Rio de Janeiro

No início deste ano letivo, o Instituto Phi destaca histórias inspiradoras sobre como a educação pode transformar realidades. Uma dessas histórias é a de Igor da Silva Lucena, estudante de 20 anos do 5º período de Engenharia Eletrônica na UFRJ.

Igor nasceu na Comunidade da Fallet e Fogueteiro, no Rio de Janeiro, filho de um pai nordestino e uma mãe da Cidade de Deus. Desde cedo, ele e seu irmão foram incentivados pelos pais a se dedicarem aos estudos, mesmo com as dificuldades financeiras. Aos 8 anos, no 3º ano do Ensino Fundamental, ele foi selecionado, na escola municipal onde estudava, para participar de um programa do Instituto Apontar, ONG que prepara jovens de baixa renda com altas habilidades. Igor foi aprovado e, desde então, começou a frequentar as atividades de enriquecimento pedagógico no Apontar, estudando matemática e português mais avançados, além de participar de oficinas criativas.

Esse apoio foi fundamental para sua aprovação em 1º lugar no CAP UERJ, onde entrou com 11 anos, e em 2º lugar no Pedro II. Escolhendo o CAP, ele se aprofundou em áreas como história, sociologia e filosofia, ampliando sua visão de mundo. No Instituto Apontar, Igor continuou a desenvolver suas habilidades, participando de oficinas de oratória, francês e robótica, sendo esta última uma grande paixão. Junto a seus amigos, ele desenvolveu um sensor portátil para medir a potabilidade da água, conquistando o 4º lugar na FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) e menções honrosas em outros prêmios. Foi nesse momento que decidiu seguir para Engenharia Eletrônica.

No Enem, Igor foi aprovado em 2º lugar na UFRJ. No início, enfrentou dificuldades para acompanhar os estudos. Além disso, a falta de recursos financeiros quase o fez desistir da universidade, mas o Instituto Reditus, com bolsas de estudo para alunos de comunidades, o ajudou a seguir em frente. Igor participou de mentorias que facilitaram sua adaptação ao ambiente universitário e, hoje, percebe-se no mesmo nível de alunos que vieram de escolas privadas renomadas, com orgulho de seu progresso.

Em 2024, Igor tornou-se monitor do Instituto Apontar na Caravana Tecnológica, que leva educação científica e tecnológica a escolas do Rio de Janeiro. Ele atuou em 25 escolas, ajudando a formar novos talentos. Agora, está envolvido no planejamento da Caravana STEAM, um projeto que será lançado em março, com foco nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. Igor vê nessa iniciativa a chance de inspirar novos jovens, como foi inspirado ao longo de sua trajetória.

“Meu sonho é terminar a faculdade e ver esses meus alunos da escola pública chegando como calouros na universidade. Eu ficaria muito feliz. Quero mostrar que jovens pobres, favelados e negros podem, sim, sonhar alto e conquistar o que parecia impossível”, finaliza Igor.

Tanto o Instituto Apontar quanto o Instituto Reditus têm projetos apoiados pelo Instituto Phi. E para quem quiser conhecer o projeto do Igor e seus amigos, confira o vídeo: https://virtual.febrace.org.br/2022/ENG/430/.

Trançando o futuro: uma história de transformação e empoderamento

Rio de Janeiro

Um depoimento como este merece ser compartilhado! Recebemos no fim de 2024 o vídeo de Rejane Figueiredo, de 48 anos, mãe de um adolescente de 17 anos, que foi aluna do curso de Trancista profissional da ONG Mulheres da Parada, de São Gonçalo, apoiada pelo Instituto Phi.

Ela saiu de um orçamento mensal apertado com trabalho informal – era depiladora e diarista – para sustentar a família com um empreendimento próprio como trancista. Além do conhecimento técnico, o apoio psicológico oferecido pela ONG, o incentivo das professoras ao longo das aulas e o investimento-semente foram fundamentais para dar o start no negócio. Emocionem-se com a gente!

“Vim mostrar a vocês a minha evolução em 2024, depois que cheguei à ONG Mulheres da Parada para a especialização em tranças. Além de diferentes técnicas de trança, aprendemos e apresentamos nosso primeiro ‘pitch’, fizemos fotos profissionais, conhecemos profissionais altamente qualificados nas mentorias, participamos de aulas de letramento racial, visitamos a pequena África, fomos à eventos, nos formamos!

A partir daí, continuei evoluindo nas box braids, conheci a Gleice Pacheco, que acabou se tornando minha sócia no Kinah das Pretas, e em julho veio a surpresa de que eu seria instrutora de pessoas com deficiência visual no CADEVISG – Centro de Apoio ao Deficiente Visual de São Gonçalo. Foi uma experiência muito desafiadora e eu aprendi muito! Depois disso, conseguimos montar nosso salão, e fui voluntária da Rede Colmeia, rede de empreendedorismo de Itaipuaçu, dando aulas no programa Ela Pode.

Participamos de eventos como o Expo Favela e, no início de dezembro, apresentamos o segundo ‘pitch’, que foi mais profissional, porque pudemos aperfeiçoá-lo com base na nossa experiência. Agradeço a todas as clientes que passaram pelo Kinah das Pretas em 2024! No fim do ano, recebi um grande presente: fui certificada pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) para ministrar aulas como instrutora de trança.

A meta de meu primeiro pitch, em maio de 2024, era abrir o salão num espaço físico em julho de 2025. Deus nos abençoou e isso aconteceu dois meses depois, em julho de 2024.

Trançar é empoderamento, autoestima. Quando finalizamos o atendimento e elas se olham no espelho, vemos a diferença para o olhar de quando elas chegaram. É inspirador!”.

A Mulheres da Parada formou 23 alunas no curso de Trancista profissional em 2024 e teve a participação de 391 mulheres nos workshops de Tranças oferecidos pela ONG no ano passado. A trajetória de Rejane é um exemplo claro de como o apoio certo pode transformar vidas e gerar oportunidades!

A jornada de Thalita: da dificuldade de aprendizagem à brilhante confiança com a alfabetização

Crianças precisam de oportunidades para desenvolver habilidades que as ajudem a criar um futuro melhor para si, suas famílias e comunidades. E o primeiro passo é a alfabetização. No Dia Mundial da Alfabetização, 8 de janeiro, celebramos histórias como a de Thalita, uma menina de 9 anos que, com sua inteligência e brilho nos olhos, impressiona a todos ao seu redor. Mas nem sempre foi assim e, para entender o impacto dessa transformação, é preciso voltar alguns anos, até o momento em que Thalita começou sua trajetória no Instituto Amparando, organização social em Nova Iguaçu.

Em 2022, Thalita enfrentava sérias dificuldades escolares. Ela não conseguia se alfabetizar e mostrava um desinteresse evidente pelo aprendizado. Sempre sonolenta, passava as aulas dormindo, isolada e sem motivação. Sua timidez a afastava dos colegas, tornando ainda mais difícil seu envolvimento com a escola.

Preocupados com o futuro da filha, seus pais, moradores de Figueiras, em Nova Iguaçu, buscaram ajuda no Instituto Amparando. A organização oferece educação complementar e reforço escolar, utilizando oficinas lúdicas para estimular o interesse dos alunos. A equipe de pedagogos, psicólogos e assistentes sociais rapidamente identificou os desafios de Thalita e adotou uma abordagem personalizada para ajudá-la a superar as dificuldades.

Com paciência e dedicação, o Instituto Amparando conseguiu despertar em Thalita o gosto pelo aprendizado. As oficinas tornaram o processo educacional mais agradável, ajudando-a a perceber que aprender podia ser divertido. Aos poucos, ela se engajou, conquistando o desenvolvimento necessário para a alfabetização.

Hoje, Thalita é uma jovem confiante, com um desempenho acadêmico surpreendente. Ela não apenas se alfabetizou, mas se destacou tanto que foi incluída no Projeto Amparando para o Futuro, voltado para crianças mais velhas. Essa inclusão foi acertada, pois Thalita não só acompanhou as atividades, mas também se tornou uma referência entre os colegas, com impressionante capacidade argumentativa e autoconfiança.

A história de Thalita é um exemplo claro de como o apoio certo, a paciência e o olhar atento para as necessidades de cada criança podem transformar vidas. O Projeto Amparando na Educação, apoiado pelo Instituto Phi, atende 66 crianças em Nova Iguaçu e garante que todas tenham acesso a uma educação de qualidade, abrindo portas para um futuro promissor.

Elevador social

Há muito tempo, o ‘elevador social’ do Brasil está quebrado. E a pergunta que nos fazemos é: como as inovações sociais e os negócios de impacto podem ajudar a consertar este elevador e mudar o atual cenário de desigualdades?”. Partindo deste princípio, foi lançada a Tese de Impacto pela Mobilidade Global, desenvolvida pela Artemisia Brasil em parceria com a Fundação Grupo Volkswagen. O estudo aponta caminhos para que as inovações sociais e os negócios de impacto possam contribuir rumo a uma sociedade mais justa e equitativa. Além disso, destaca as principais demandas dos empreendedores de impacto para que suas soluções se fortaleçam e gerem mais impacto.

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Metodologia de Fomento a Organizações e Lideranças

A publicação “Metodologia de Fomento a Organizações e Lideranças”, da Fundação Tide Setúbal, compartilha a trajetória da instituição no apoio a projetos sociais e o aprendizado sobre a simplificação do financiamento filantrópico. Baseada em escuta ativa e colaboração com Organizações da Sociedade Civil (OSC), a metodologia proposta visa otimizar processos, reduzir burocracia e fortalecer parcerias de confiança. O material, desenvolvido em parceria com a Fundação José Luiz Egydio Setúbal, está disponível gratuitamente para ajudar organizações a aprimorarem seus processos de fomento e financiamento, promovendo soluções coletivas e eficazes no setor social.

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Livro Mulheres no Terceiro Setor

A fundadora e diretora do Instituto Phi, Luiza Serpa, é coutora do livro “Mulheres no Terceiro Setor” – Edição “Poder de uma história” volume 1, da Série Mulheres, da Editora Leader. 

A publicação aborda as histórias, cases, aprendizados e vivências de 18 empreendedoras sociais ao longo de sua carreira, com o objetivo de valorizar a atuação tão importante destas mulheres, catalisadoras de processos importantes no Terceiro Setor. 

O prefácio é da atriz e empreendedora social Isabel Fillardis e a idealizadora e coordenadora da Série Mulheres é Andreia Roma, CEO da Editora Leader. No livro, Luiza Serpa conta sobre a sua trajetória, desde que deixou uma carreira ascendente em comunicação corporativa para experimentar o Terceiro Setor. Em 2014, ela fundou o Instituto Phi, que está completando 10 anos, e neste período mais de 3 milhões de pessoas foram beneficiadas pelos projetos socioambientais apoiados pela organização.

A Série Mulheres é um Selo Editorial que registra publicações de mulheres de várias áreas, tanto em livros autorais, como coletivos, abordando cases e metodologias produzidas ao longo dos anos. 

“Hoje, posso dizer que eu encontrei o meu papel no mundo: ser ponte. Caminho entre as realidades paralelas da nossa sociedade com a missão de contribuir para que todo cidadão tenha um compromisso com o bem-estar coletivo. Consigo falar com os “não convertidos” – como chamamos no Terceiro Setor pessoas que ainda não doam ou empresas que ainda não criaram seus programas de responsabilidade social – de uma forma acolhedora, sem julgamentos. Eu os convido a experimentarem a filantropia de forma segura. Levamos as oportunidades para viverem essa experiência”, completa Luiza Serpa.

A missão da editora Leader, com este primeiro volume do livro, considerado um projeto visionário e inovador, é apresentar histórias relevantes de mulheres que fazem a diferença no cenário da transformação socioambiental.    

O livro custa R$ 79,90 e você pode adquirir em: https://sacola.pagbank.com.br/66f6f5ed-6231-4f43-b720-bc2936031800

WhatsApp contato@institutophi.org.br

Puxa Conversa Filantropia

Promover reflexões e diálogos leves e envolventes sobre a importância da doação e seu impacto na sociedade: esse é o objetivo do ‘Puxa Conversa: Filantropia’, um jogo inovador e sem regras lançado pelo Instituto Phi, com a coautoria da fundadora e diretora do Phi, Luiza Serpa, e da advogada Maria Pia Bastos Tigre, pela Editora Matrix. 

Com uma proposta simples, os jogadores retiram cartas de um livro-caixinha que instiga conversas sobre filantropia, criando oportunidades para discussões significativas em grupos de amigos, familiares e escolas.

Inicialmente, foram produzidas 3.000 unidades, sendo que o Instituto Phi será responsável por doar 100 unidades para escolas e organizações que atuam com educação, acompanhadas de uma cartilha educativa. 

Todo o valor dos direitos autorais das autoras será revertido para o Instituto Phi, fortalecendo sua missão de promover a cultura da doação. 

O livro custa R$ 48, caso tenha interesse em adquirir uma unidade, entre em contato conosco!

WhatsApp contato@institutophi.org.br

Chamada Pública: Soluções Socioambientais para Centros Urbanos

A chamada pública oferece apoio a organizações sem fins lucrativos com o objetivo de aumentar a renda e postos de trabalho nas áreas de reciclagem, economia circular, agricultura e agroecologia urbanas e energias renováveis.

Você faz parte de uma organização que contribui para que a vida nas cidades seja mais sustentável?

A Aliança pela Inclusão Produtiva (AIPÊ) está com inscrições abertas para uma nova chamada pública que busca alavancar soluções sustentáveis e gerar trabalho e renda por meio de incentivo a projetos socioambientais em centros urbanos.

O incentivo aos projetos será realizado de acordo com duas frentes: apoio a negócios coletivos (empreendedorismo) que lidam com produtos e/ou serviços nas áreas de reciclagem, economia circular, agroecologia e agricultura urbana e apoio a soluções focadas no processo de capacitação e formação profissional (empregabilidade) na área de energias renováveis.

Além do aporte financeiro que varia de 400 mil a 800 mil reais, a AIPÊ oferecerá capacitações e formações técnicas. Podem se inscrever na chamada organizações sem fins lucrativos, de todo o território nacional, que trabalhem em um dos temas apoiados pela chamada.

As inscrições estão abertas até 14 de fevereiro de 2025 pelo site aipe.org.br.

=> A AIPÊ é formada pela parceria entre o BNDES, Fundação Arymax, Fundação Tide Setúbal, Instituto HEINEKEN, Instituto Humanize, Instituto Votorantim e Santander. A AIPÊ, nesta chamada, conta também com o apoio da B3 Social e do Instituto Itaúsa.

Um olhar humanizado e o sorriso de Felipe de volta

Aluno de uma escola municipal na Tijuca, no Rio de Janeiro, sempre com um sorriso que ilumina o pátio, Felipe tem um jeito curioso de “encantar” as pessoas que encontra. Ele faz parte da turma de TEA – Transtorno do Espectro Autista e tem uma dose extra de desafios para interagir, se expressar e até realizar as atividades do dia a dia. Mas, claro, isso não impede Felipe de ser uma estrela na escola.

Alguns meses atrás, porém, algo começou a apagar o brilho de seu sorriso. Sem conseguir expressar com palavras o que sentia, Felipe encontrou um jeito de “contar”: começou a bater no próprio rosto, como se pudesse aliviar o incômodo que o afligia. Era uma dor nos dentes e o diagnóstico foi preocupante: ele precisava de um tratamento de canal urgente, e os quatro sisos resolveram aparecer todos juntos — mas a boca dele simplesmente não tinha espaço para tanta “visita surpresa”.

O desafio era encontrar ajuda para Felipe, já que o tratamento não podia ser feito em um consultório comum; ele precisava de uma estrutura especial, que respeitasse seu jeito de ser. Foi então que entrou em cena a ONG Turma do Bem, com sua equipe de voluntários prontos para transformar vidas através dos sorrisos.  

“A dentista Waleska Bessa e o cirurgião bucomaxilofacial Alexandre Peixoto não só entenderam a complexidade do caso, mas também a alma do Felipe, respeitando seu jeito e o que ele precisava para um atendimento mais tranquilo. Com toda a preparação necessária, levaram Felipe a um centro cirúrgico, onde ele pôde receber o tratamento sob anestesia geral”, conta a mãe, Luciana.

A assistente social da Turma do Bem, Juliana Helena Santos, conta que Felipe chegou para a equipe como um desafio.

“Queríamos muito que ele se sentisse seguro e que o tratamento não gerasse nenhum trauma ou desconforto. Como assistente social, esses casos me comovem muito e queremos sempre que os nossos voluntários tenham esse olhar humanizado e cuidem dos pacientes como dos seus próprios filhos”, explica

A dentista Waleska Bessa fala do orgulho de fazer a diferença no sorriso de um menino tão especial e alegre:

“Eu tenho a sorte de estar cercada de profissionais muito preparados, os melhores que conheço! Isso porque são incansáveis, sempre estudando e têm os corações abertos para o voluntariado. Depois de muito planejamento e conversa sobre todas as possibilidades de tratamento, formamos a equipe que cuidou dos dentes do Felipe no centro cirúrgico e deu tudo certo!”.

O cirurgião Alexandre Peixoto ressalta que pacientes com necessidades especiais como o Felipe necessitam de um planejamento odontológico multidisciplinar meticuloso.

“O tratamento é realizado em ambiente hospitalar, sob anestesia geral, permitindo que todos os problemas odontológicos sejam abordados de forma integral e segura, durante um único procedimento cirúrgico. Cada paciente e cada família têm uma trajetória única de superação, e é um privilégio poder oferecer o cuidado, o carinho e a atenção que eles merecem”.

E o sorriso de Felipe agora está de volta, iluminando a escola e todos ao seu redor.

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