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Uma razão para viver

“Uma Razão para Viver” é um drama que segue a história de John, um jovem que enfrenta a batalha contra uma doença terminal. Ao longo de sua jornada, ele encontra amor, amizade e uma nova perspectiva sobre a vida. A narrativa é tocante e emocionante, mostrando como o apoio das pessoas pode transformar momentos difíceis em experiências significativas. A atuação é intensa e envolvente, especialmente do protagonista, que transmite vulnerabilidade e força. Disponível na Netflix.

Uma lição de amor

Uma Lição de Amor (2001) é um tocante drama sobre Sam, um homem com deficiência intelectual, interpretado por Sean Penn, que luta pela guarda de sua filha, Lucy, quando o Estado considera que ele não pode criá-la adequadamente. Com a ajuda de uma advogada, Rita (Michelle Pfeiffer), Sam enfrenta o sistema jurídico e prova que o amor não conhece barreiras. O filme emociona com sua narrativa sensível, destacando a importância da família, do amor incondicional e da empatia. Sean Penn entrega uma atuação profundamente comovente. Disponível no Prime Video.

Intocáveis

Intocáveis (2011) é uma comovente comédia dramática francesa que narra a improvável amizade entre Philippe, um aristocrata tetraplégico, e Driss, um jovem

da periferia recém-saído da prisão, que se torna seu cuidador. A química entre os dois personagens, brilhantemente interpretados por François Cluzet e Omar Sy, transforma o filme em uma celebração da amizade, superação e da quebra de preconceitos. Com humor inteligente e emocionantes lições de vida, Intocáveis encanta ao mostrar como a conexão humana pode superar as diferenças. Disponível para assistir no Prime Video e na Netflix.

Hoje eu quero voltar sozinho

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014) é um sensível drama brasileiro que acompanha Leonardo, um adolescente cego, enquanto navega os desafios da adolescência, da independência e do amor. Sua vida muda quando conhece Gabriel, um novo colega de classe, despertando sentimentos inéditos e questionando sua relação com a melhor amiga, Giovana. Com atuações delicadas e uma narrativa sincera, o filme aborda a descoberta da sexualidade e a busca por autonomia com sutileza e autenticidade. É uma história inclusiva e tocante sobre amor e aceitação. Disponível na Netflix.

Colegas

Colegas (2012) é uma comédia brasileira encantadora que acompanha três jovens com síndrome de Down – Stalone, Aninha e Márcio – que, inspirados por filmes, decidem fugir do instituto onde vivem para realizar seus sonhos. A jornada divertida e cheia de descobertas explora temas como amizade, liberdade e inclusão. Com sensibilidade e humor, o filme quebra estereótipos e oferece uma perspectiva única sobre a vida e o desejo de independência. Colegas emociona e diverte, destacando a importância de enxergar as pessoas além de suas limitações. Disponível na Globoplay.

Milagre na cela 7

Milagre na Cela 7 (2019) é um emocionante drama turco que conta a história de Memo, um homem com deficiência intelectual, injustamente condenado à morte pelo assassinato de uma criança. Com a ajuda de seus companheiros de cela, ele tenta provar sua inocência – o que traz um tom mais leve diante ao drama do filme, criando uma relação de amizade entre a garotinha e os prisioneiros, humanizando personagens que, mesmo com um passado de crimes, agora não são mais pintados apenas como vilões, mas como pessoas complexas, que é de fato o que todos nós somos. Com atuações sensíveis e uma narrativa tocante, Milagre na Cela 7 traz reflexão sobre abuso de poder, falha no sistema carcerário, luta pelo direito à vida e até o questionamento sobre a vida pós prisão. Disponível na Netflix.

O som do metal

O Som do Metal (2019) acompanha Ruben, um baterista de heavy metal que perde a audição de forma repentina, enfrentando a difícil adaptação a uma nova realidade. O filme mergulha profundamente na experiência de perda sensorial, com um trabalho sonoro excepcional que coloca o público no lugar do protagonista. Riz Ahmed entrega uma atuação poderosa e sensível, explorando a luta de Ruben para encontrar equilíbrio e propósito. O Som do Metal é uma obra envolvente e emocional, que trata sobre aceitação, resiliência e transformação, oferecendo uma perspectiva única sobre o silêncio e a reconexão com a vida. Disponível no Prime Video.

No ritmo do coração

No Ritmo do Coração (2021) conta a história de Ruby, a única pessoa ouvinte em sua família surda. Dividida entre ajudar no negócio familiar e seguir seu sonho de ser cantora, Ruby enfrenta dilemas de identidade e responsabilidade. O filme brilha pela atuação autêntica de Emilia Jones e pelo elenco surdo, especialmente Troy Kotsur, que venceu o Oscar. Comovente e inspirador, No Ritmo do Coração equilibra humor e emoção, destacando a importância da inclusão através da comunicação. Disponível no Prime Video.

Extraordinário

O filme Extraordinário (2017) conta a história de Auggie Pullman, um garoto com uma deformidade facial que enfrenta o desafio de frequentar a escola pela primeira vez. A trama explora sua jornada de superação, enquanto ele conquista amigos e ensina importantes lições de empatia e aceitação. Com atuações emocionantes de Jacob Tremblay, Julia Roberts e Owen Wilson, o filme toca o coração ao mostrar a força do amor familiar e da bondade humana. Com sensibilidade, Extraordinário destaca a importância de acolher as diferenças, sendo uma obra inspiradora para todas as idades. Disponível na Netflix e Prime Video.

A jornada de Dona Lita: inovação e sustentabilidade no semiárido

Dona Luzia, carinhosamente chamada de Dona Lita, saiu da zona rural de Itatuba (PB) aos 11 anos, sozinha, porque queria estudar. Foi para a casa de uma conhecida da família em Recife (PE) e pagava sua estadia com trabalho. Comeu o “pão que o diabo amassou”, mas conseguiu ir para a faculdade de Pedagogia. Depois de muitos anos atuando como professora – inclusive do município de Itatuba, para onde retornou depois de alguns anos com a missão de manter as crianças na escola – ela se aposentou e voltou às suas raízes na roça. Com uma pequena porção de terra, atualmente, com 66 anos, Dona Lita se tornou um símbolo do compromisso com a agricultura sustentável no semiárido.

Ao acessar tecnologias inovadoras de captação de água para consumo e produção, ela se tornou uma agricultora visionária. Utilizando o reuso de águas cinzas – isto é,  águas residuais que já foram utilizadas em chuveiros, lavatórios de banheiros e tanques – Dona Lita criou um pomar repleto de frutas típicas da região e outras espécies adaptadas ao clima árido. Além disso, passou a cultivar hortaliças e ervas medicinais, criando o que ela chama de sua própria “farmácia viva”.

A água para irrigação vem de uma cisterna que capta águas de chuvas e, com uma visão ainda mais sustentável, Dona Lita gera seu próprio gás de cozinha utilizando biogás proveniente das fezes dos animais. Em sua propriedade, ela também se dedica à reprodução de mudas de frutíferas e árvores nativas da caatinga, que faz questão de distribuir para a comunidade local, incentivando o reflorestamento e a preservação ambiental.

Engajada no desenvolvimento sustentável de sua região, Dona Lita transformou parte de sua casa em um banco de sementes comunitário, oferecendo à comunidade a possibilidade de cultivar plantas adaptadas ao semiárido. Atualmente, ela é uma das coordenadoras do Coletivo Multividas, que tem como foco promover práticas agroecológicas coletivas e garantir a segurança alimentar das famílias da região.

“O SPM – Serviço Pastoral dos Migrantes catalogou 60 espécies de plantas em minha propriedade. Através dessas plantas e de nossa rede solidária, estamos resgatando a agricultura livre de agrotóxicos e de sementes geneticamente modificadas. Muitos agricultores tinham perdido suas lavouras por conta da contaminação por transgênicos usados por grandes produtores”, explica.

O Coletivo Multividas é apoiado pelo programa Futuro Bem Maior, realizado pelo Movimento Bem Maior, Instituto Phi e Phomenta, que juntos buscam fortalecer iniciativas comunitárias como a de Dona Lita, promovendo um futuro mais sustentável.

Redescobrindo a liberdade: projeto TEREZA e o poder da segunda chance

Por Luiza Serpa

Recentemente, tive a oportunidade de conhecer o negócio social TEREZA, apoiado pela Humanitas360 e pelo Instituto Phi. Confesso que a experiência foi muito mais arrebatadora do que eu esperava, mesmo já estando habituada a fazer visitas a iniciativas sociais.

O que tornou essa visita especial foi o tema, que não estava no meu radar, especialmente como mulher. O TEREZA é um negócio social em expansão, formado por 11 mulheres egressas do sistema penitenciário. O nome do projeto remete às “terezas”, nomes que pessoas presas dão às cordas improvisadas feitas com lençóis amarrados, usadas em tentativas de fuga nas prisões. Hoje, TEREZA simboliza algo muito maior: a liberdade, não mais como uma fuga momentânea, mas como uma conquista permanente, oferecendo alternativas ao crime por meio de trabalho digno e em rede.

Os produtos feitos por essas mulheres são de uma qualidade incrível, mas foram as histórias que realmente me tocaram. Saí de lá refletindo sobre meus próprios preconceitos e os desafios que elas enfrentam, como a falta de direitos básicos — algumas só recebem dois rolos de papel higiênico por mês ou absorventes inadequados.

Além disso, muitas dessas mulheres vivem na solidão, esquecidas por familiares e pela sociedade, ao contrário dos homens presos, que continuam recebendo visitas. E o mais chocante: grande parte delas estão presas por envolvimento com atividades ilegais de seus companheiros. Elas não pedem para ser inocentadas, mas sim para cumprir suas penas com dignidade e respeito.

E quando saem? O desafio do recomeço é enorme. A sociedade não está preparada para dar uma segunda chance. Muitas saem com dívidas da chamada “pena de multa”, sem acesso a emprego e com poucas perspectivas de reintegração. Você já parou para pensar em como é tentar reconstruir a vida após anos encarcerada? Tereza e Humanitas 360 lançaram a campanha “Estou livre, e agora?” para justamente provocar essa reflexão. Para assistir aos vídeos, basta acessar o canal do H360 no TikTok.

Durante a visita, soubemos que o figurino do musical “Martinho, Coração de Rei – O Musical”, com cerca de 300 peças, foi todo confeccionado pela equipe do TEREZA. A confecção marca a retomada de parceria iniciada em 2022, quando o projeto contribuiu para os figurinos de “Marrom, o Musical”, que homenageou a vida e o legado da cantora Alcione. Ambos os espetáculos foram idealizados pelo produtor Jô Santana e têm direção assinada por Miguel Falabella. 

Enquanto conversávamos, uma delas tricotava uma peça impressionante, e pensar que ela adquiriu essa habilidade na prisão para trocar seus trabalhos por cigarros, a moeda da cadeia. Outras detentas rifavam suas criações para que pudessem ajudar a sustentar seus filhos.

Nosso sistema penitenciário está longe de cumprir seu papel de reinserção, mas ao conhecer projetos como o TEREZA, que hoje é o espaço seguro para 11 mulheres corajosas em busca de uma nova chance, vejo uma luz de esperança. Se mais portas forem abertas, talvez possamos resgatar muitas outras que também desejam recomeçar suas vidas por novos caminhos.

Desenvolvimento Institucional de Organizações da Sociedade Civil: uma análise sobre oportunidades de jornadas formativas e ofertas de recursos financeiros

Em um esforço colaborativo e inédito, a Plataforma Conjunta lançou, na última sexta-feira, o documento “Desenvolvimento Institucional de Organizações da Sociedade Civil: uma análise sobre oportunidades de jornadas formativas e ofertas de recursos financeiros”. O objetivo do estudo, realizado com 297 iniciativas previamente mapeadas, foi analisar o estado da arte das iniciativas de apoio ao desenvolvimento institucional de OSCs no Brasil, com foco no aprimoramento de capacidades técnicas organizacionais. O Instituto Phi faz parte do Comitê Consultivo da Conjunta e foi um dos revisores desse documento.

O resultado foi uma amostra final de 145 ofertas de jornadas formativas (JF) e 87 oportunidades de acesso a recursos financeiros (RF), totalizando 232 iniciativas, destacando-se as principais oportunidades, lacunas e demandas. Nunca se falou tanto em DI no Brasil como atualmente e este estudo soma-se a esse movimento, gerando reflexões críticas e úteis, bem como apoiando decisões práticas e inspirando e engajando novos ou atuais agentes de mudança social. Acesse o documento aqui e boa leitura!

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