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História

Foi aquele desejo próprio dos jovens de fazer a diferença no mundo que moveu a publicitária Luiza Serpa, a economista Fernanda Tizatto e o jornalista Marcos Pinheiro a fundar, em março de 2014, o Instituto Phi.  Inspirados pelo trabalho do filantropo Marcos Flávio Azzi, um ex-executivo do mercado financeiro, eles criaram o Phi para assessorar pessoas físicas e jurídicas a doar para projetos sociais, garantindo um investimento bem aplicado e com mensuração de resultados. O nome “Phi” é inspirado na palavra grega philantropia, que significa “amor à humanidade” – no caso do instituto, a busca é por uma filantropia inteligente.

O momento para o início da empreitada não era o melhor. No mês seguinte à fundação, o Brasil entrava oficialmente em recessão econômica. Mas com foco, persistência e a certeza de que o trabalho poderia transformar o mundo em um lugar melhor, os resultados foram aparecendo.

Em 2016, os bons resultados permitiram a abertura de uma filial em São Paulo, ampliando o número de investidores e projetos apoiados. Esse trabalho nas duas principais cidades do país colocou o instituto entre as 100 melhores ONGs do Brasil já no quarto ano de existência, em 2017. O prêmio oferecido pela Revista Época e Instituto Doar foi novamente conquistado em 2018.

Os projetos que são apoiados pelo Phi precisam estar de acordo com as diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que são um conjunto de 17 metas globais estabelecidas pela Assembleia Geral das Nações Unidas para transformar o mundo em um lugar melhor. Para se chegar a esses objetivos, existem 169 metas que precisam ser cumpridas e que, junto com os ODS, fazem parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. 

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